segunda-feira, 8 de junho de 2009

Mãe, doce mãe...

Existem mães de todos os tipos: brava, paciente, ciumenta, simpática, amorosa, retraída, a sua, a minha, a dele. Cada uma educa da maneira que sabe, com o instinto que nasceu e desenvolveu, amou e ama de um jeito... Mas todas de maneira incondicional. Quando somos crianças, adolescentes não temos compreensão de todo esse amor, essa preocupação. Ficamos irritados e confusos quando dizem não a uma festa, brigam quando chegamos tarde ou porque não ligamos para dizer onde estávamos. A verdade é que só Deus e elas sabem o que se passa em seus enormes corações. Quando se tem um período de convivência com uma pessoa, aprendemos a amá-la e respeitá-la, criamos um carinho, um vínculo com ela. Imagine então carregar dentro de si um ser, criá-lo, trocar suas fraldas, dar de comer, ensiná-lo a falar, andar, escrever, ler... quem sabe, até mesmo sorrir... o quão grande não deve ser a ligação que se estabelece ali, ligação essa que já é grande por natureza e cresce cada dia mais. Agora então imagine o quanto deve doer ver esse projeto de gente crescer, se machucar fisica e emocionalmente, vê-lo chorar, gritar, sorrir, sofrer e saber que um dia ele vai embora. É por isso que elas ficam tanto no pé, dizem tanto não, e mesmo que doendo mais nelas do que em nós, nos batem... por amor. Puro, doce e inigualável amor. Ninguém as ensinou a "profissão" de ser mãe, elas não frequentaram nenhuma faculdade e muito menos são pagas para exercê-la, mas o fazem... elas são humanas, também tem suas fraquezas, necessidades, mas deixam tudo de lado quando um filho pede sua ajuda... apenas para vê-lo feliz. São lutadoras, heroínas, guerreiras, vencedoras. Espelhos. Por isso se deve valorizar a mãe que se tem, pois elas, quando ausentes deixam um vazio que ninguém pode ocupar.

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