segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Paródia da música: Dear Bobbie - Yellowcard

Querida mamãe,
você se lembra quando eu era um bebê, chorão mais bonito?
Eu sim. Eu me lembro das noites mal dormidas e das idas aos hospitais.
Você se lembra do meu primeiro dia de aula?
Eu sim. Lembro de você me abraçando e dizendo que tudo ficaria bem.
Eu ainda penso em você quando choro, mesmo não podendo receber seu abraço.

Você lembra quando
quanto tempo ja faz?
1992 eu abri meus olhos azuis
para começar uma nova vida.

Você lembra quando
Você me disse aquela noite
que sempre estaria ao meu lado
me protegendo e amando.
você fez uma promessa
quando disse aquilo aquela noite

Eu vou ficar bem.
E quando eu morrer, eu vou morrer amando você
Esta tudo certo, eu vou ficar bem
E quando eu morrer, eu vou morrer amando você.

Você lembra as vezes que nós brigávamos
e você pedia desculpas 10 min depois?
E eu cresci, e nos tornamos melhores amigas
nós ríamos toda a noite
você se lembra? eu sim.

A vida nos conduziu até aqui
Juntas todos esses anos
A amizade que construímos
guarda 16 anos
e as memórias que guardamos desde que nasci.

Eu vou ficar bem.
E quando eu morrer, eu vou morrer amando você
Esta tudo certo, eu vou ficar bem
E quando eu morrer, eu vou morrer amando você.

Voltarei para casa por você
Secando minhas lágrimas
descansando a minha cabeça.
Vejo você de pé com os braços abertos para me receber
voltarei para casa por você

Essa noite quando eu deitar
quando eu fechar meus olhos
eu sei o sol vai nascer
e tudo ficará bem.
Enquanto você estiver ao meu lado,
então esta tudo certo.

Eu vou ficar bem.
E quando eu morrer, eu vou morrer amando você
Esta tudo certo, eu vou ficar bem
E quando eu morrer, eu vou morrer amando você.

Agora você é mais velha, mas continua uma mulher linda.
E os anos não tem sido tão bom para nós.
Nós agora estamos a km de distância, mas ainda temos uma a outra
E a cola do amor ainda esta nos mantendo unidas.
É disso que eu me lembro, você se lembra?

(original: http://letras.terra.com.br/yellowcard/1023251/traducao.html)

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

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Na escuridão da noite que encobre o dia as vezes tenho vontade de sumir, simplismente sumir. Tenho vontade de me enfiar debaixo do edredon e ali me esconder até enjoar de mim. Quero ficar sozinha, ouvir o eco dos meus pensamentos [que mudam com a mesma velocidade que um piscar de olhos], quero encarar a parede e me esvaziar dos sentimentos que me atormentam, quero chorar até que as lágrimas ja não existam mais! E na maioria das vezes, tenho a impressão de que essa sensação nunca irá passar. Deito e antes que perceba, eu durmo. Sou acordada pelo som do despertador, e em um ato rotineiro desligo-o, me viro de lado e só penso em dormir, em nunca mais sair dali. Mas sou incomodada por alguns feixes de luz que invadem meu quarto pela fresta que eu me esqueci de fechar. Penso mais duas vezes, e encorajo-me a levantar. Do horizonte, o sol sorri tímido para mim, as folhas verdes das árvores balançam preguiçosamente e os passarinhos já estão a cantarolar. É então que todo o desconforto da noite anterior me abandona, e vagarosamente me recordo do porque estou aqui. Estou aqui não porque me obrigaram, não porque me seguram, estou aqui, primeiramente, porque alguém maior quis que eu estivesse, alguém sonhou comigo e me amou de tal maneira que me fez existir. Estou aqui por Deus, pela minha família, pelos meus amigos e por aqueles que nem sequer sabem que eu existo. Não nasci do acaso, nem somente do amor de duas pessoas, não nasci pra ser mais um número nas estatísticas... eu nasci pra fazer a diferença! Apesar de tudo, fico feliz de respirar, pensar, falar e agir. E se tiver o amor daqueles que eu amo... então estarei feliz em simplismente estar aqui ;)